quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Sabedoria no Novo Ano


Sabedoria no Novo Ano

No final de um ano e no limiar de um novo ano você certamente também já se admirou e disse: "O quê? Já chegamos novamente ao fim do ano?" Quando isso acontece, somos lembrados de como a vida humana é passageira, como o Salmo 90.9 diz tão bem: "...acabam-se os nossos anos como um breve pensamento". A nossa vida passa "como um suspiro" ou "como um sopro". Quanto mais velhos ficamos, mais rápidos parecem transcorrer os anos, pois cada um deles torna-se uma parcela sempre menor de nossa vida. E isso volta a nos lembrar que nossa vida é limitada, que o tempo que passamos sobre a terra tem um fim. Foi isso que levou Moisés a suplicar ao Senhor: "Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio" (Sl 90.12). Que tipo de sabedoria Moisés pedia? Penso que foi a sabedoria de viver a vida de uma maneira que ela tenha valor diante de Deus. Nesse sentido o Senhor Jesus nos conclama a juntar tesouros nos céus (Mt 6.20) e Paulo nos exorta a buscar "as coisas lá do alto" (Cl 3.1-2). O que significa "do alto"? Paulo explica isso de maneira bem compacta nos versículos 12 a 14, mas poderíamos citar ainda muitos outros versículos bíblicos que dizem a mesma coisa: "Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade. Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós; acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição".
Vamos investir nessas coisas celestiais durante o novo ano, para que nossa vida seja cheia de uma riqueza que permanece eternamente? Repetidas vezes, como na passagem acima, o amor é exaltado no Novo Testamento como o alvo mais elevado que existe, e esse é o amor de qualidade superior, o amor com que Jesus nos amou, dando Sua vida por nós. Os ataques do inimigo nestes tempos finais se concentram sobre esse amor supremo. Jesus nos alertou a respeito em Seu sermão profético: "E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor esfriará de quase todos" (Mt 24.12).
Que façamos parte dos que se tornaram sábios pela Palavra de Deus, nos quais o amor não esfria pela injustiça que está tomando conta do mundo! Vamos nos animar mutuamente a sermos vigilantes e a orarmos para sermos considerados dignos de escapar de todas as coisas que têm de suceder e de estar em pé na presença do Filho do Homem (comp. Lc 21.36)! (Fredi Winkler - http://www.apaz.com.br)

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

A Árvore da Vida



Hoje faço questão de falar com vocês sobre um filme que tocou profundamente minha vida.

O grande feito deste “A Árvore da Vida” é lidar com temas existenciais sem alienar religiosos ou ateus. Escrito e dirigido por Terrence Malick, o longa retrata quão magnífica e terrível a vida pode ser, fazendo isso em diversos níveis.
O mais presente deles é a luta interna de seu personagem central, Jack (Sean Penn), amargurado filho de um casal com ideologias completamente diferentes. A trágica morte do irmão mais jovem do protagonista, aos 19 anos, marcou aquela família para sempre, com este trauma ainda se fazendo presente muitos anos depois.
A escala da história contada por Malick é inacreditável, indo desde o Big Bang até os dias atuais. O cineasta cria uma narrativa única através de uma montagem não-linear. Algumas das elipses presentes em determinado ponto da produção avançam em centenas de milhares de anos, remetendo diretamente a “2001 – Uma Odisséia no Espaço”, de Stanley Kubrick, cujo estilo cinematográfico é referenciado por diversas vezes durante a projeção, inclusive de modo bastante gráfico em uma determinada tomada.
As lacunas presentes na produção devem ser preenchidas pelas próprias experiências do público, com este sendo confrontado e desafiado por questionamentos a cada momento, com o longa nunca apresentando respostas fáceis. Estaria o milagre da vida nos magníficos e aterrorizantes eventos que fizeram com que seres tão diferentes existam em nosso mundo ou escondido nas nossas interações com o meio e com nós mesmos? E como aceitar a existência de um Deus que nos interpõe tantos dissabores e dificuldades?
Dentre tantas perguntas, Malick parece ter uma certeza: a capacidade de amar e de se assombrar da humanidade é o que define a beleza e a razão da existência desta. Destarte, seriam os percalços e destruições que ocorrem durante nosso período nesta esfera azul o preço a pagar por tais maravilhas, uma parte inerente da incrível aventura que é viver?
Nada retratado nos contemplativos e longos planos estabelecidos pelo diretor é por acaso, com a menção explícita ao livro de Jó se mostrando precisa. Aceitar acontecimentos negativos se torna difícil para aqueles que, instintivamente, visam uma noção egoísta de bem estar.
Neste ponto, surge o conflito entre a Mãe (Jessica Chastain) e o Pai (Brad Pitt) de Jack. Fincando este ponto da narrativa nos anos 1950 – a era do self-made men americano -, presenciamos o crescimento do pequeno Jack (Hunter McCracken), seu amor pelo irmão fadado à morte e sua evolução de criança inocente até o adulto sem alegria que vimos ao encontrá-lo pela primeira vez. As performances que o diretor extrai do elenco, principalmente do trio Pitt, Chastain e McCracken, são absolutamente arrebatadoras, com a dinâmica familiar sendo extremamente beneficiada pela química entre os atores.
A forma autoritária e dura com a qual Jack e seus irmãos são tratados pelo austero Pai esconde um amor palpável e um desejo de que seus filhos consigam ser donos de si mesmos, de suas existências, de seus sonhos. Tal ponto de vista é contrastado pelo carinho incondicional que os garotos recebem da Mãe, que absorve as dificuldades da vida de forma aparentemente passiva, sem entrar em conflito direto com seu esposo, jamais traindo sua natureza abnegada e bondosa, dotada de uma compaixão que lhe vem sem esforço.
O Pai é visto como uma figura relativamente ausente e, ao aparecer, notamos primariamente suas características menos agradáveis, com até mesmo sua paixão pela música se tornando uma fonte de ressentimento. Mesmo assim, o público jamais sente antipatia pela figura paterna exatamente por ser tangível o amor que este sente por seus filhos, ainda que o sentimento se manifeste de formas pouco carinhosas e nada complacentes. Notem que ele trabalha em uma fábrica, sempre lidando com elementos artificiais. Dono de várias patentes, o longa ressalta que o Pai é um inventor, um criador, deixando bastante clara esta metáfora em relação a Deus.
Enquanto isso, a Mãe é enquadrada por uma viés acolhedor, sempre em comunhão com seu meio, seja no seio do lar ou no verde da grama sobre a qual pisa com seus pés descalços. Suas interações com os filhos ocorrem de maneira leve, descontraída, com ela sempre banhada em uma luz que aparenta ser quente e acolhedora, tal como sua personalidade, dando-lhe um ar quase etéreo.
Mãe e Pai são vistos quase como partes de uma espécie de “santíssima trindade” para Jack que, aos poucos, vai conhecendo mais sobre si mesmo. Desta noção, há um novo questionamento: Pai, o pequeno Jack e Mãe representariam “Pai, Filho e Espírito Santo” ou  ”Superego, Ego e Id” para o protagonista? Repare que, a despeito do Jack adulto ser a alma conflituosa que nos leva nesta jornada, é pelo ponto de vista de sua versão jovem que enxergamos a lide interior do personagem, até a sua catarse final.
Contando com uma fotografia irretocável, ótimos efeitos especiais e embalado pela belíssima trilha sonora de Alexandre Desplat (reforçada por composições clássicas, tais como “Vltava”, de Bedřich Smetana), “A Árvore da Vida” é uma obra repleta de simbolismos e significados. Trata-se não apenas de um filme, mas do poderoso retrato de um artista sobre a própria natureza da vida. Recomendado.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Óh Noite Santa


Óh Noite Santa

óh noite santa
As estrelas estão brilhando luminosas
Essa é a noite
do nascimento de meu querido Salvador
Muito tempo o mundo
está em pecado e erro ansiando
Até ele aparecer
E a alma sentiu seu valor
Uma emoção de esperança
de que o mundo cansado se alegre
Para fraturas lá
uma manhã nova e gloriosa

Caia em seus joelhos
Oh ouça as vozes do anjo!
Oh noite divina
Oh noite quando Cristo nasceu
Oh noite divina ,Oh noite
oh noite divina

Verdadeiramente ele nos
ensinou a amar um ao outro
A lei dele é amor e
o evangelho dele é paz
Cadeias Ele deve quebrar
Para o escravo que é nosso irmão
E em seu nome

Cessará toda a opressão
Doces hinos de alegria em
aumento de coro grato nós
Deixe tudo dentro de nós
elogie o nome santo Dele
Cristo é o rei
Então já já elogie nós
Seu caminho e glória eternamente proclamar
Seu caminho e glória
Eternamente proclamar

domingo, 18 de dezembro de 2011

Não deixarei de cumprir minha promessa


Quando eu prometi cuidar sempre de você, Deus escutou  e essa promessa se tornou eterna não importa o quão longe você estiver, o quanto demore para revela de novo nem o quanto goste de mim, meu coração estará sempre voltado para você. ( m )

autor : 

Anderson Luis Kopetski

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

A aparência

 
"Porém o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura, porque o rejeitei; porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração."(1Sm 16.7.)

O Senhor chamou a Samuel e o enviou à casa de Jessé, o belemita. Mandou que enchesse um chifre de azeite para ungir um dos filhos de Jessé como rei sobre Israel. Samuel tremeu com aquela ordem, pois corria sério risco de vida. Mas ele obedeceu e foi a Belém. Preparou o sacrifício ao Senhor e chamou os filhos de Jessé diante de si. Todos tinham plena consciência do significado daquele momento. Quem seria o escolhido do Senhor?
O primogênito de Jessé, Eliabe, passou diante de Samuel. Ele era alto, bonito, de boa aparência, assim como Saul. E Samuel pensou: Certamente está perante o Senhor o seu ungido. Deus, porém, lhe disse: Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura… O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração.
E assim todos os filhos de Jessé passaram diante de Samuel, na grande expectativa de serem o novo rei de Israel. Mas Deus escolhera aquele que nem mesmo estava ali: Davi, que estava cuidando das ovelhas de seu pai. Era o caçula, ruivo, de belos olhos e boa aparência. E o Senhor disse a Samuel: Levanta-te e unge-o, pois este é ele.
Deus nunca olha para a aparência. Ele sempre vê o interior, o coração. O que mais importa é o que Deus vê em nossa vida: a sinceridade, o louvor, a entrega total.
O que Deus tem visto em seu coração? O azeite da unção já está preparado para ser derramado sobre a sua cabeça – “a unção de discípulo do Mestre”.

PAI, EIS-ME AQUI PARA SER UNGIDO POR TI. TOMA A MINHA VIDA EM TEU ALTAR E FAÇA DE MIM UMA BÊNÇÃO NESTE MUNDO TÃO CONTURBADO E MAU. QUERO SER UM VASO ESCOLHIDO PARA O TEU LOUVOR. AMÉM.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Deus te escolheu!


"EU OS TIREI DOS CONFINS DA TERRA, DE SEUS RECANTOS MAIS DISTANTES EU OS CHAMEI. EU DISSE: VOCÊ É MEU SERVO; EU O ESCOLHI E NÃO O REJEITEI. POR ISSO NÃO TEMA, POIS ESTOU COM VOCÊ; NÃO TENHA MEDO, POIS SOU O SEU DEUS. EU O FORTALECEREI E O AJUDAREI; EU O SEGURAREI COM MINHA MÃO DIREITA VITORIOSA". 
(Isaias 41:9-10)

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Os que esperam no Senhor


“…Mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam.” Isaías 40.31

Hoje cantei para Deus na chuva



Hoje cantei para Deus na chuva!!!
Foi  incrivel Pai... 
Obrigado Senhor

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Espera pelo Senhor


Espera pelo Senhor, tem bom ânimo e fortifica-se o teu coração.
Bíblia - Salmo 27:14

domingo, 11 de dezembro de 2011

Ser Cristão \o/


Ser Cristão não é ser uma pessoa chata e com várias e várias disciplinas, como assim muitos pensam.
Ser Cristão não é ser sério demais, Cheio de panos da cabeça aos pés, Como muitos criticam.

É Ser feliz de verdade, é viver na graça, em outro mundo, o mundo de Jesus, se divertindo com louvores, bênçãos, alegria que só Deus pode nos dar.
Cristão vive em união, em paz, formamos uma família incrivelmente abençoada, unida por Cristo Jesus; Somos Exageradamente felizes, Pois somos cristãos não apenas crentes.

Hei! Se você ainda não faz parte dessa família, está perdendo seu tempo hein!

By Flávia Bergamin

sábado, 10 de dezembro de 2011

Eu Te amo infinitamente


Endlessly (Tradução)

Salvador da minha alma,
Amante da minha vida,
Eu Te amo infinitamente,
Paixão do meu coração,
Você é o meu tudo,
Eu Te amo infinitamente.

Você me amou
Antes de eu te conhecer,
Você me ama,
Agora eu dou isto de volta a Você.

Com Sua Majestade aqui,
Eu caio de joelhos,
Eu Te amo infinitamente,
Com a veleza de Seu Filho,
Eu me encontro desfeito
Eu Te amo infinitamente

Salvador da minha alma,
Amante da minha vida,
Eu Te amo infinitamente,
Paixão do meu coração,
Você é o meu tudo,
Eu Te amo infinitamente.

Você me amou
Antes de eu te conhecer,
Você me ama,
Agora eu dou isto de volta a Você.

Com Sua Majestade aqui,
Eu caio de joelhos,
Eu Te amo infinitamente,
Com a veleza de Seu Filho,
Eu me encontro desfeito
Eu Te amo infinitamente

Você me amou
Antes de eu te conhecer,
Você me ama,
Agora eu dou isto de volta a Você

Com Sua Majestade aqui,
Eu caio de joelhos,
Eu Te amo infinitamente,
Com a veleza de Seu Filho,
Eu me encontro desfeito
Eu Te amo infinitamente

Infinitamente
 

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Seja um pouco de paz no meio da guerra, seja um sorriso no lugar das lágrimas, seja luz onde só há trevas, seja o brilho nos olhos de Deus. \o/

sábado, 3 de dezembro de 2011

Música Canção do Céu (Anderson Freire)



Canção do Céu

Existe uma canção em cada um de nós,
Foi Deus quem escreveu,
Pra Ele Mesmo ouvir,
O inimigo quer tirar ela de mim,
Mas serei fiel até o fim;
Integrante sou do coral celestial,
O meu Maestro disse que eu sou especial,
Não vivo mais eu,
Quem vive em mim é Ele,
Estou ensaiando pra cantar no Céu pra Ele;
No coral eu quero cantar .
Declarar que Ele é Santo, Santo.
Infinitamente adorar
Dizendo que Jesus é Santo, Santo
A composição do Céu
Vai cantar quem for fiel
O hino da vitória será o meu troféu;
No coral eu quero cantar .
Declarar que Ele é Santo, Santo.
Infinitamente adorar
Dizendo que Jesus é Santo, Santo
A composição do Céu
Vai cantar quem for fiel,
Vou erguer o meu troféu;
Integrante sou do coral celestial,
O meu Maestro disse que eu sou especial,
Não vivo mais eu,
Quem vive em mim é Ele,
Estou ensaiando pra cantar no Céu pra Ele;
No coral eu quero cantar .
Declarar que Ele é Santo, Santo.
Infinitamente adorar
Dizendo que Jesus é Santo, Santo
A composição do Céu
Vai cantar quem for fiel
O hino da vitória será o meu troféu;
No coral eu quero cantar .
Declarar que Ele é Santo, Santo.
Infinitamente adorar
Dizendo que Jesus é Santo, Santo
A composição do Céu
Vai cantar quem for fiel,
Vou erguer o meu troféu;
Adorado, Exaltado, Poderoso,
Magnificado,Jesus Cristo, Glorioso,
No grande dia esperado vou louvar
Santo é o Senhor.
Adorado, Exaltado, Poderoso,
Magnificado,Jesus Cristo, Glorioso,
No grande dia esperado vou louvar
Santo é o Senhor.
No coral eu quero cantar .
Declarar que Ele é Santo, Santo.
Infinitamente adorar
Dizendo que Jesus é Santo, Santo
A composição do Céu
Vai cantar quem for fiel
O hino da vitória será o meu troféu;

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Cristo, Nossa Vitória!



Em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou.  (Romanos 8:37)

  Provavelmente, não existe texto bíblico melhor para falar disto do que Romanos 8. Vamos ver um pouco do que Paulo fala. Ele primeiro pergunta: “Quem nos separará do amor de Cristo?” e até dá algumas possíveis respostas: “Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada?” (v. 35). Ele chega a declarar que os crentes, por amor a Jesus, enfrentam “a morte todos os dias”, sendo “considerados como ovelhas destinadas ao matadouro” (v. 36). Depois destas fortes declarações sobre sofrimento, Paulo vem com a bombástica declaração: “em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou [Jesus]” (v. 37). Por meio de Jesus, somos mais que vencedores “em todas estas coisas”. Preste atenção! Em todas estas coisas e não “por cima dessas coisas”. Ou seja, Paulo está falando que em Cristo Jesus somos mais que vencedores mesmo passando por tribulação, angústia, perseguição, fome, nudez, perigo, ou morte por espada.

“Calma aí? Como assim? Pensei que ser mais que vencedor era ter uma fé tão forte ao ponto de não passar fome, mas ter a abundância do Senhor; não ter angústia, mas viver uma vida confortável. Como assim Paulo? Isso parece mais derrota. Como somos vitoriosos em meio a tanta aparente derrota?”
Paulo declara que isso é “por que… nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (v. 38,39). Nossa vitória está no fato de o sofrimento de todos os dias não serem capazes de nos separar de Cristo, e não por estarmos isentos de aflições. Pelo contrário, Paulo nos diz que por amor a Jesus enfrentamos a morte diariamente.
“Mas… mas… Eu tenho ouvido pregações sobre vitória, cantado músicas que falam de sucesso e lido livros sobre ser um campeão que não vive uma vida sofrida. Me disseram que se eu tivesse fé suficiente eu seria rico e nunca ficaria doente. Eu sei, eu não sou rico e fico doente, mas isso é porque eu não tenho uma fé tão forte como a do profeta.”

Bom, eu acho que você vai concordar comigo que Paulo provavelmente era um homem de fé. Se você ler 2 Coríntios 11 o verá contando sobre sua vida e os sofrimentos que passou. Ele diz que levou varadas e pedradas, passou por três naufrágios, passou fome e sede e muitas vezes sentiu frio e estava nu. Será que Paulo se esqueceu de declarar que ele era mais que vencedor? Será que ele não teve fé para profetizar riquezas? Será que ele não seguiu algum princípio bíblico para uma vida plena? É óbvio que o problema não era em Paulo.

“Tudo bem. Mas Paulo era um apóstolo. Eu não preciso sofrer por Cristo, preciso?”
Lembra que Paulo disse: “Por amor de ti enfrentamos a morte todos os dias”. Será que você ama a Jesus ao ponto de considerar Ele como seu Tesouro mais preciso e abandonar tudo por Ele? Será que você valoriza Cristo como mais precioso que saúde e riquezas? O autor de Hebreus nos faz o seguinte convite: “Saiamos até ele, fora do acampamento [do conforto], suportando a desonra que ele suportou”.
Você está pronto, a por amor a Jesus, enfrentar a morte todos os dias, desprezando as riquezas deste mundo? Ou você vai, por amor ao dinheiro, usar Jesus como seu cheque em branco?

Quero convidá-lo a ser verdadeiramente mais que vencedor em Cristo Jesus, passando por todo tipo de sofrimento por amor a Ele, sabendo que nada jamais irá separá-lo do seu verdadeiro Tesouro: Jesus.