quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Sabedoria no Novo Ano


Sabedoria no Novo Ano

No final de um ano e no limiar de um novo ano você certamente também já se admirou e disse: "O quê? Já chegamos novamente ao fim do ano?" Quando isso acontece, somos lembrados de como a vida humana é passageira, como o Salmo 90.9 diz tão bem: "...acabam-se os nossos anos como um breve pensamento". A nossa vida passa "como um suspiro" ou "como um sopro". Quanto mais velhos ficamos, mais rápidos parecem transcorrer os anos, pois cada um deles torna-se uma parcela sempre menor de nossa vida. E isso volta a nos lembrar que nossa vida é limitada, que o tempo que passamos sobre a terra tem um fim. Foi isso que levou Moisés a suplicar ao Senhor: "Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio" (Sl 90.12). Que tipo de sabedoria Moisés pedia? Penso que foi a sabedoria de viver a vida de uma maneira que ela tenha valor diante de Deus. Nesse sentido o Senhor Jesus nos conclama a juntar tesouros nos céus (Mt 6.20) e Paulo nos exorta a buscar "as coisas lá do alto" (Cl 3.1-2). O que significa "do alto"? Paulo explica isso de maneira bem compacta nos versículos 12 a 14, mas poderíamos citar ainda muitos outros versículos bíblicos que dizem a mesma coisa: "Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade. Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós; acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição".
Vamos investir nessas coisas celestiais durante o novo ano, para que nossa vida seja cheia de uma riqueza que permanece eternamente? Repetidas vezes, como na passagem acima, o amor é exaltado no Novo Testamento como o alvo mais elevado que existe, e esse é o amor de qualidade superior, o amor com que Jesus nos amou, dando Sua vida por nós. Os ataques do inimigo nestes tempos finais se concentram sobre esse amor supremo. Jesus nos alertou a respeito em Seu sermão profético: "E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor esfriará de quase todos" (Mt 24.12).
Que façamos parte dos que se tornaram sábios pela Palavra de Deus, nos quais o amor não esfria pela injustiça que está tomando conta do mundo! Vamos nos animar mutuamente a sermos vigilantes e a orarmos para sermos considerados dignos de escapar de todas as coisas que têm de suceder e de estar em pé na presença do Filho do Homem (comp. Lc 21.36)! (Fredi Winkler - http://www.apaz.com.br)

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

A Árvore da Vida



Hoje faço questão de falar com vocês sobre um filme que tocou profundamente minha vida.

O grande feito deste “A Árvore da Vida” é lidar com temas existenciais sem alienar religiosos ou ateus. Escrito e dirigido por Terrence Malick, o longa retrata quão magnífica e terrível a vida pode ser, fazendo isso em diversos níveis.
O mais presente deles é a luta interna de seu personagem central, Jack (Sean Penn), amargurado filho de um casal com ideologias completamente diferentes. A trágica morte do irmão mais jovem do protagonista, aos 19 anos, marcou aquela família para sempre, com este trauma ainda se fazendo presente muitos anos depois.
A escala da história contada por Malick é inacreditável, indo desde o Big Bang até os dias atuais. O cineasta cria uma narrativa única através de uma montagem não-linear. Algumas das elipses presentes em determinado ponto da produção avançam em centenas de milhares de anos, remetendo diretamente a “2001 – Uma Odisséia no Espaço”, de Stanley Kubrick, cujo estilo cinematográfico é referenciado por diversas vezes durante a projeção, inclusive de modo bastante gráfico em uma determinada tomada.
As lacunas presentes na produção devem ser preenchidas pelas próprias experiências do público, com este sendo confrontado e desafiado por questionamentos a cada momento, com o longa nunca apresentando respostas fáceis. Estaria o milagre da vida nos magníficos e aterrorizantes eventos que fizeram com que seres tão diferentes existam em nosso mundo ou escondido nas nossas interações com o meio e com nós mesmos? E como aceitar a existência de um Deus que nos interpõe tantos dissabores e dificuldades?
Dentre tantas perguntas, Malick parece ter uma certeza: a capacidade de amar e de se assombrar da humanidade é o que define a beleza e a razão da existência desta. Destarte, seriam os percalços e destruições que ocorrem durante nosso período nesta esfera azul o preço a pagar por tais maravilhas, uma parte inerente da incrível aventura que é viver?
Nada retratado nos contemplativos e longos planos estabelecidos pelo diretor é por acaso, com a menção explícita ao livro de Jó se mostrando precisa. Aceitar acontecimentos negativos se torna difícil para aqueles que, instintivamente, visam uma noção egoísta de bem estar.
Neste ponto, surge o conflito entre a Mãe (Jessica Chastain) e o Pai (Brad Pitt) de Jack. Fincando este ponto da narrativa nos anos 1950 – a era do self-made men americano -, presenciamos o crescimento do pequeno Jack (Hunter McCracken), seu amor pelo irmão fadado à morte e sua evolução de criança inocente até o adulto sem alegria que vimos ao encontrá-lo pela primeira vez. As performances que o diretor extrai do elenco, principalmente do trio Pitt, Chastain e McCracken, são absolutamente arrebatadoras, com a dinâmica familiar sendo extremamente beneficiada pela química entre os atores.
A forma autoritária e dura com a qual Jack e seus irmãos são tratados pelo austero Pai esconde um amor palpável e um desejo de que seus filhos consigam ser donos de si mesmos, de suas existências, de seus sonhos. Tal ponto de vista é contrastado pelo carinho incondicional que os garotos recebem da Mãe, que absorve as dificuldades da vida de forma aparentemente passiva, sem entrar em conflito direto com seu esposo, jamais traindo sua natureza abnegada e bondosa, dotada de uma compaixão que lhe vem sem esforço.
O Pai é visto como uma figura relativamente ausente e, ao aparecer, notamos primariamente suas características menos agradáveis, com até mesmo sua paixão pela música se tornando uma fonte de ressentimento. Mesmo assim, o público jamais sente antipatia pela figura paterna exatamente por ser tangível o amor que este sente por seus filhos, ainda que o sentimento se manifeste de formas pouco carinhosas e nada complacentes. Notem que ele trabalha em uma fábrica, sempre lidando com elementos artificiais. Dono de várias patentes, o longa ressalta que o Pai é um inventor, um criador, deixando bastante clara esta metáfora em relação a Deus.
Enquanto isso, a Mãe é enquadrada por uma viés acolhedor, sempre em comunhão com seu meio, seja no seio do lar ou no verde da grama sobre a qual pisa com seus pés descalços. Suas interações com os filhos ocorrem de maneira leve, descontraída, com ela sempre banhada em uma luz que aparenta ser quente e acolhedora, tal como sua personalidade, dando-lhe um ar quase etéreo.
Mãe e Pai são vistos quase como partes de uma espécie de “santíssima trindade” para Jack que, aos poucos, vai conhecendo mais sobre si mesmo. Desta noção, há um novo questionamento: Pai, o pequeno Jack e Mãe representariam “Pai, Filho e Espírito Santo” ou  ”Superego, Ego e Id” para o protagonista? Repare que, a despeito do Jack adulto ser a alma conflituosa que nos leva nesta jornada, é pelo ponto de vista de sua versão jovem que enxergamos a lide interior do personagem, até a sua catarse final.
Contando com uma fotografia irretocável, ótimos efeitos especiais e embalado pela belíssima trilha sonora de Alexandre Desplat (reforçada por composições clássicas, tais como “Vltava”, de Bedřich Smetana), “A Árvore da Vida” é uma obra repleta de simbolismos e significados. Trata-se não apenas de um filme, mas do poderoso retrato de um artista sobre a própria natureza da vida. Recomendado.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Óh Noite Santa


Óh Noite Santa

óh noite santa
As estrelas estão brilhando luminosas
Essa é a noite
do nascimento de meu querido Salvador
Muito tempo o mundo
está em pecado e erro ansiando
Até ele aparecer
E a alma sentiu seu valor
Uma emoção de esperança
de que o mundo cansado se alegre
Para fraturas lá
uma manhã nova e gloriosa

Caia em seus joelhos
Oh ouça as vozes do anjo!
Oh noite divina
Oh noite quando Cristo nasceu
Oh noite divina ,Oh noite
oh noite divina

Verdadeiramente ele nos
ensinou a amar um ao outro
A lei dele é amor e
o evangelho dele é paz
Cadeias Ele deve quebrar
Para o escravo que é nosso irmão
E em seu nome

Cessará toda a opressão
Doces hinos de alegria em
aumento de coro grato nós
Deixe tudo dentro de nós
elogie o nome santo Dele
Cristo é o rei
Então já já elogie nós
Seu caminho e glória eternamente proclamar
Seu caminho e glória
Eternamente proclamar

domingo, 18 de dezembro de 2011

Não deixarei de cumprir minha promessa


Quando eu prometi cuidar sempre de você, Deus escutou  e essa promessa se tornou eterna não importa o quão longe você estiver, o quanto demore para revela de novo nem o quanto goste de mim, meu coração estará sempre voltado para você. ( m )

autor : 

Anderson Luis Kopetski

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

A aparência

 
"Porém o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura, porque o rejeitei; porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração."(1Sm 16.7.)

O Senhor chamou a Samuel e o enviou à casa de Jessé, o belemita. Mandou que enchesse um chifre de azeite para ungir um dos filhos de Jessé como rei sobre Israel. Samuel tremeu com aquela ordem, pois corria sério risco de vida. Mas ele obedeceu e foi a Belém. Preparou o sacrifício ao Senhor e chamou os filhos de Jessé diante de si. Todos tinham plena consciência do significado daquele momento. Quem seria o escolhido do Senhor?
O primogênito de Jessé, Eliabe, passou diante de Samuel. Ele era alto, bonito, de boa aparência, assim como Saul. E Samuel pensou: Certamente está perante o Senhor o seu ungido. Deus, porém, lhe disse: Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura… O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração.
E assim todos os filhos de Jessé passaram diante de Samuel, na grande expectativa de serem o novo rei de Israel. Mas Deus escolhera aquele que nem mesmo estava ali: Davi, que estava cuidando das ovelhas de seu pai. Era o caçula, ruivo, de belos olhos e boa aparência. E o Senhor disse a Samuel: Levanta-te e unge-o, pois este é ele.
Deus nunca olha para a aparência. Ele sempre vê o interior, o coração. O que mais importa é o que Deus vê em nossa vida: a sinceridade, o louvor, a entrega total.
O que Deus tem visto em seu coração? O azeite da unção já está preparado para ser derramado sobre a sua cabeça – “a unção de discípulo do Mestre”.

PAI, EIS-ME AQUI PARA SER UNGIDO POR TI. TOMA A MINHA VIDA EM TEU ALTAR E FAÇA DE MIM UMA BÊNÇÃO NESTE MUNDO TÃO CONTURBADO E MAU. QUERO SER UM VASO ESCOLHIDO PARA O TEU LOUVOR. AMÉM.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Deus te escolheu!


"EU OS TIREI DOS CONFINS DA TERRA, DE SEUS RECANTOS MAIS DISTANTES EU OS CHAMEI. EU DISSE: VOCÊ É MEU SERVO; EU O ESCOLHI E NÃO O REJEITEI. POR ISSO NÃO TEMA, POIS ESTOU COM VOCÊ; NÃO TENHA MEDO, POIS SOU O SEU DEUS. EU O FORTALECEREI E O AJUDAREI; EU O SEGURAREI COM MINHA MÃO DIREITA VITORIOSA". 
(Isaias 41:9-10)

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Os que esperam no Senhor


“…Mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam.” Isaías 40.31

Hoje cantei para Deus na chuva



Hoje cantei para Deus na chuva!!!
Foi  incrivel Pai... 
Obrigado Senhor

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Espera pelo Senhor


Espera pelo Senhor, tem bom ânimo e fortifica-se o teu coração.
Bíblia - Salmo 27:14

domingo, 11 de dezembro de 2011

Ser Cristão \o/


Ser Cristão não é ser uma pessoa chata e com várias e várias disciplinas, como assim muitos pensam.
Ser Cristão não é ser sério demais, Cheio de panos da cabeça aos pés, Como muitos criticam.

É Ser feliz de verdade, é viver na graça, em outro mundo, o mundo de Jesus, se divertindo com louvores, bênçãos, alegria que só Deus pode nos dar.
Cristão vive em união, em paz, formamos uma família incrivelmente abençoada, unida por Cristo Jesus; Somos Exageradamente felizes, Pois somos cristãos não apenas crentes.

Hei! Se você ainda não faz parte dessa família, está perdendo seu tempo hein!

By Flávia Bergamin

sábado, 10 de dezembro de 2011

Eu Te amo infinitamente


Endlessly (Tradução)

Salvador da minha alma,
Amante da minha vida,
Eu Te amo infinitamente,
Paixão do meu coração,
Você é o meu tudo,
Eu Te amo infinitamente.

Você me amou
Antes de eu te conhecer,
Você me ama,
Agora eu dou isto de volta a Você.

Com Sua Majestade aqui,
Eu caio de joelhos,
Eu Te amo infinitamente,
Com a veleza de Seu Filho,
Eu me encontro desfeito
Eu Te amo infinitamente

Salvador da minha alma,
Amante da minha vida,
Eu Te amo infinitamente,
Paixão do meu coração,
Você é o meu tudo,
Eu Te amo infinitamente.

Você me amou
Antes de eu te conhecer,
Você me ama,
Agora eu dou isto de volta a Você.

Com Sua Majestade aqui,
Eu caio de joelhos,
Eu Te amo infinitamente,
Com a veleza de Seu Filho,
Eu me encontro desfeito
Eu Te amo infinitamente

Você me amou
Antes de eu te conhecer,
Você me ama,
Agora eu dou isto de volta a Você

Com Sua Majestade aqui,
Eu caio de joelhos,
Eu Te amo infinitamente,
Com a veleza de Seu Filho,
Eu me encontro desfeito
Eu Te amo infinitamente

Infinitamente
 

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Seja um pouco de paz no meio da guerra, seja um sorriso no lugar das lágrimas, seja luz onde só há trevas, seja o brilho nos olhos de Deus. \o/

sábado, 3 de dezembro de 2011

Música Canção do Céu (Anderson Freire)



Canção do Céu

Existe uma canção em cada um de nós,
Foi Deus quem escreveu,
Pra Ele Mesmo ouvir,
O inimigo quer tirar ela de mim,
Mas serei fiel até o fim;
Integrante sou do coral celestial,
O meu Maestro disse que eu sou especial,
Não vivo mais eu,
Quem vive em mim é Ele,
Estou ensaiando pra cantar no Céu pra Ele;
No coral eu quero cantar .
Declarar que Ele é Santo, Santo.
Infinitamente adorar
Dizendo que Jesus é Santo, Santo
A composição do Céu
Vai cantar quem for fiel
O hino da vitória será o meu troféu;
No coral eu quero cantar .
Declarar que Ele é Santo, Santo.
Infinitamente adorar
Dizendo que Jesus é Santo, Santo
A composição do Céu
Vai cantar quem for fiel,
Vou erguer o meu troféu;
Integrante sou do coral celestial,
O meu Maestro disse que eu sou especial,
Não vivo mais eu,
Quem vive em mim é Ele,
Estou ensaiando pra cantar no Céu pra Ele;
No coral eu quero cantar .
Declarar que Ele é Santo, Santo.
Infinitamente adorar
Dizendo que Jesus é Santo, Santo
A composição do Céu
Vai cantar quem for fiel
O hino da vitória será o meu troféu;
No coral eu quero cantar .
Declarar que Ele é Santo, Santo.
Infinitamente adorar
Dizendo que Jesus é Santo, Santo
A composição do Céu
Vai cantar quem for fiel,
Vou erguer o meu troféu;
Adorado, Exaltado, Poderoso,
Magnificado,Jesus Cristo, Glorioso,
No grande dia esperado vou louvar
Santo é o Senhor.
Adorado, Exaltado, Poderoso,
Magnificado,Jesus Cristo, Glorioso,
No grande dia esperado vou louvar
Santo é o Senhor.
No coral eu quero cantar .
Declarar que Ele é Santo, Santo.
Infinitamente adorar
Dizendo que Jesus é Santo, Santo
A composição do Céu
Vai cantar quem for fiel
O hino da vitória será o meu troféu;

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Cristo, Nossa Vitória!



Em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou.  (Romanos 8:37)

  Provavelmente, não existe texto bíblico melhor para falar disto do que Romanos 8. Vamos ver um pouco do que Paulo fala. Ele primeiro pergunta: “Quem nos separará do amor de Cristo?” e até dá algumas possíveis respostas: “Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada?” (v. 35). Ele chega a declarar que os crentes, por amor a Jesus, enfrentam “a morte todos os dias”, sendo “considerados como ovelhas destinadas ao matadouro” (v. 36). Depois destas fortes declarações sobre sofrimento, Paulo vem com a bombástica declaração: “em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou [Jesus]” (v. 37). Por meio de Jesus, somos mais que vencedores “em todas estas coisas”. Preste atenção! Em todas estas coisas e não “por cima dessas coisas”. Ou seja, Paulo está falando que em Cristo Jesus somos mais que vencedores mesmo passando por tribulação, angústia, perseguição, fome, nudez, perigo, ou morte por espada.

“Calma aí? Como assim? Pensei que ser mais que vencedor era ter uma fé tão forte ao ponto de não passar fome, mas ter a abundância do Senhor; não ter angústia, mas viver uma vida confortável. Como assim Paulo? Isso parece mais derrota. Como somos vitoriosos em meio a tanta aparente derrota?”
Paulo declara que isso é “por que… nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (v. 38,39). Nossa vitória está no fato de o sofrimento de todos os dias não serem capazes de nos separar de Cristo, e não por estarmos isentos de aflições. Pelo contrário, Paulo nos diz que por amor a Jesus enfrentamos a morte diariamente.
“Mas… mas… Eu tenho ouvido pregações sobre vitória, cantado músicas que falam de sucesso e lido livros sobre ser um campeão que não vive uma vida sofrida. Me disseram que se eu tivesse fé suficiente eu seria rico e nunca ficaria doente. Eu sei, eu não sou rico e fico doente, mas isso é porque eu não tenho uma fé tão forte como a do profeta.”

Bom, eu acho que você vai concordar comigo que Paulo provavelmente era um homem de fé. Se você ler 2 Coríntios 11 o verá contando sobre sua vida e os sofrimentos que passou. Ele diz que levou varadas e pedradas, passou por três naufrágios, passou fome e sede e muitas vezes sentiu frio e estava nu. Será que Paulo se esqueceu de declarar que ele era mais que vencedor? Será que ele não teve fé para profetizar riquezas? Será que ele não seguiu algum princípio bíblico para uma vida plena? É óbvio que o problema não era em Paulo.

“Tudo bem. Mas Paulo era um apóstolo. Eu não preciso sofrer por Cristo, preciso?”
Lembra que Paulo disse: “Por amor de ti enfrentamos a morte todos os dias”. Será que você ama a Jesus ao ponto de considerar Ele como seu Tesouro mais preciso e abandonar tudo por Ele? Será que você valoriza Cristo como mais precioso que saúde e riquezas? O autor de Hebreus nos faz o seguinte convite: “Saiamos até ele, fora do acampamento [do conforto], suportando a desonra que ele suportou”.
Você está pronto, a por amor a Jesus, enfrentar a morte todos os dias, desprezando as riquezas deste mundo? Ou você vai, por amor ao dinheiro, usar Jesus como seu cheque em branco?

Quero convidá-lo a ser verdadeiramente mais que vencedor em Cristo Jesus, passando por todo tipo de sofrimento por amor a Ele, sabendo que nada jamais irá separá-lo do seu verdadeiro Tesouro: Jesus.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Meus defeitos

As vezes me sinto um monstro deformado
So de olhar minhas cicatrizes me condeno
Cicatrizes que querem destruir minha alma 
no meu corpo estão as marcas de minhas feridas
que não me deixam ser como as outras pessoas

Me perdoa pai pelas vezes que penso, pensei ou caso volte a pensar desse modo :( 

domingo, 27 de novembro de 2011

Música - Amazing Grace (My Chains Are Gone) - Chris Tomlin


Maravilhosa Graça (Minhas Cadeias Se Foram)

Maravilhosa graça
Quão doce o som
Que salvou um coitado como eu
Eu estava perdido, mas agora estou achado
Estava cego, mas agora vejo
Foi a graça que ensinou meu coração a temer
E a graça aliviou meus medos
Quão preciosa a graça apareceu
Na hora que eu acreditei pela primeira vez
Minhas cadeias se foram
Eu fui liberto
Meu Deus, meu Salvador me resgatou
E como uma correnteza Sua misericórdia reina
Infinito amor, graça maravilhosa

O Senhor prometeu bem a mim
Sua palavra garante a minha esperança
Ele será meu escudo e minha porção
Enquanto a vida durar

A Terra logo irá se dissolver como neve
O Sol deixar de brilhar
Mas Deus, que me chamou aqui embaixo
Será pra sempre meu
Será pra sempre meu
Você é pra sempre meu

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

O reconhecimento de um filósofo



Um filósofo dedica sua vida a ampliar seu conhecimento acerca do ser, a descobrir os princípios da existência, aquilo que não passa e o que é eterno, para chegar, finalmente, à mais triste das conclusões: “A vida não tem sentido”.
O Zürcher Landzeitung (um jornal de Zurique, Suíça) publicou algumas afirmações do filósofo francês Claude Lévi-Strauss, que completou 100 anos em novembro de 2008:
“Estou firmemente convicto de que a vida não tem sentido, que nada tem sentido”, disse Lévi-Strauss à revista Cicero. De todas as religiões, ele declarou sentir afinidades apenas com o budismo. “Por um lado, porque não tem um Deus pessoal, por outro, porque admite que nada tem sentido, que a verdade última está na ausência de sentido, no não-sentido. É esse tipo de fé que consigo aceitar sem pestanejar... Confesso que a idéia de passar para o nada não me agrada, mas também não me inquieta...” [1]
Quer dizer que o sentido está na ausência de sentido (ou não-sentido)? É compreensível que, então, tudo perde o sentido e se torna sem sentido. Desse modo, essa é a única conclusão plausível. O alvo do budismo é o Nirvana, a total não-existência. Isso não é esperança, e não foi para isso que recebemos a vida.
A filosofia é descrita como “amor à sabedoria”. Novecentos anos antes de Cristo já viveu um “filósofo” verdadeiro, que era cheio da sabedoria de Deus. Ele meditou sobre a vida e seu sentido, e anotou seus pensamentos a respeito. Estamos falando de Salomão. Suas anotações estão no livro de Eclesiastes. Ele concluiu que a vida é vazia de sentido quando Aquele que lhe dá sentido – Deus – não estiver presente nela.



“Eu, o Pregador, venho sendo rei de Israel, em Jerusalém. Apliquei o coração a esquadrinhar e a informar-me com sabedoria de tudo quanto sucede debaixo do céu; este enfadonho trabalho impôs Deus aos filhos dos homens, para nele os afligir” (Ec 1.12-13).
De fato, qualquer filosofia que exclua Deus parece um esforço enfadonho, que nunca levará a um resultado que tenha sentido. Por isso, o Pregador também escreve: “Todas as coisas são canseiras tais, que ninguém as pode exprimir; os olhos não se fartam de ver, nem se enchem os ouvidos de ouvir” (Ec 1.8). A filosofia nunca conseguirá exaurir em palavras aquilo que Deus criou, os princípios, as causas e elementos de todas as coisas, o passageiro e o eterno. A razão da vida só pode ser encontrada nAquele que é o sentido da vida, Jesus Cristo. Somente nEle encontramos resposta para a origem, a finalidade e o alvo da existência.
O rei Salomão possuía poder e era infinitamente rico, sua influência estendia-se por toda terra daquela época, sua inteligência e sabedoria eram inigualáveis e seu sucesso era ilimitado. Ele conseguia tudo o que desejava. Outros governantes o admiravam e eram fascinados pela sua sabedoria e pela extensão do seu reino. O mundo estava aos seus pés e todas as portas se abriam para ele. Mas uma coisa ele tinha perdido: o seu relacionamento com Deus, que lhe tinha dado tudo. Salomão chegou a um ponto em que reconheceu que todos os objetivos alcançados em sua vida não faziam mais sentido quando o Deus da vida não fazia mais parte deles: “Que proveito tem o homem de todo o seu trabalho, com que se afadiga debaixo do sol?” (Ec 1.3).
O próprio Salomão transforma-se no exemplo clássico de uma vida em que tudo existe em abundância e tudo é experimentado, mas que ainda assim não vale a pena por não estar preenchida com o Senhor da vida. Ao ler o livro de Eclesiastes, conseguimos entrever tudo o que ele tentou e experimentou, apenas para repetidamente testemunhar que tudo era vaidade e correr atrás do vento, que todo o esforço era inútil e que nada permanece. Qualquer coisa que ele tenha tentado veio acompanhada dessa conclusão (Ec 1.14).
Salomão aumentou sua sabedoria e seu conhecimento de forma consciente e também viu abundância deles em outras pessoas (Ec 1.16-18). Ele experimentou alegria, desfrutou da vida e fez grandes obras. Ele sabia aproveitar as coisas boas, construiu casas e plantou vinhedos, jardins e parques. Não lhe faltaram serviçais, rebanhos de gado ou ouro e prata. Havia passatempos e descanso em medida suficiente. Salomão tinha muitas mulheres; ele tornou-se cada vez mais poderoso e não negou qualquer vontade ao seu coração. Mas novamente ele concluiu: “Considerei todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também o trabalho que eu, com fadigas, havia feito; e eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento, e nenhum proveito havia debaixo do sol” (Ec 2.11).



Tantas decepções após desfrutar da vida fizeram com que Salomão ficasse enfadado. Ele resignou, desesperou, ficou deprimido e não conseguia mais dormir: “Pelo que aborreci a vida...” (Ec 2.17). “Também aborreci todo o meu trabalho...” (Ec 2.18). “Então, me empenhei por que o coração se desesperasse...” (Ec 2.20). “Porque todos os seus dias são dores, e o seu trabalho, desgosto; até de noite não descansa o seu coração; também isto é vaidade” (Ec 2.23).
Mas Salomão não parou por aí. Ele lembrou-se novamente do Senhor: “Tudo fez Deus formoso no seu devido tempo; também pôs a eternidade no coração do homem, sem que este possa descobrir as obras que Deus fez desde o princípio até ao fim” (Ec 3.11).
Há algo no coração que muitas pessoas tentam sufocar, amontoando outras coisas por cima. É a consciência da eternidade! Nada consegue apagar totalmente essa consciência, nem a teoria da evolução, nem as ofertas do mundo, nenhuma filosofia, nem mesmo o ateísmo. Justamente essa “insegurança”, essa meditação sobre a eternidade, é uma prova dessa mesma eternidade e da existência de Deus, e também de que há um sentido mais profundo em nossa vida. O homem precisa do Deus eterno. Se não, por que tudo perderia o sentido sem Ele? Porque Ele é a resposta, a plenitude e o amor completo. Por isso, no final do livro Salomão chega à seguinte conclusão: “De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem. Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más” (Ec 12.13-14).
A vida só terá sentido completo quando encontrarmos a Deus. Sem Ele sempre ficará faltando algo. O Deus verdadeiro, que gravou a Sua eternidade em nossos corações, revelou-Se em e por meio de Jesus Cristo. Jesus cumpriu todos os mandamentos de Deus de forma completa. Por isso, todo aquele que se volta para o Senhor é completamente justificado. O homem não poderá realizar nenhuma obra melhor, nenhum mandamento maior do que crer em Jesus Cristo.



“Dirigiram-se, pois, a ele, perguntando: Que faremos para realizar as obras de Deus? Respondeu-lhes Jesus: A obra de Deus é esta: que creiais naquele que por ele foi enviado” (Jo 6.28-29).
Quem se entrega confiantemente ao Senhor da vida terá sua existência preenchida com sentido e valor, não precisa continuar buscando sem descanso, não precisa resignar, decepcionado e cansado da vida. Ele terá encontrado o sentido de sua existência e viverá por toda a eternidade. Todo ser humano vive impotente debaixo do sol, mas um verdadeiro Homem e verdadeiro Deus vive onipotente acima do sol: Jesus Cristo. Entregue sua vida a Ele! (Norbert Lieth)

terça-feira, 22 de novembro de 2011


"Seja você quem for, seja qual for a posição social que você tenha na vida, a mais alta ou a mais baixa, tenha sempre como meta muita força, muita determinação e sempre faça tudo com muito amor e com muita fé em Deus, que um dia você chega lá. De alguma maneira você chega lá."

"Ayrton Senna"

domingo, 20 de novembro de 2011

Converse com seu Salvador continuamente


Quando Amamos Alguém, nós Gostamos de Falar Com Ele.

Dizemos a ele todos os nossos pensamentos, e abrimos nosso coração. Não encontramos dificuldade alguma em descobrir assuntos para conversar. Por mais silenciosos e reservados que sejamos com os outros, achamos muito fácil conversar com um amigo muito amado. Independente da frequência com que nos encontramos, nunca ficamos sem assunto para conversar. Sempre temos muito a falar, muito para perguntar, muito a descrever, muito a comunicar. Bem, é isso que ocorre entre o cristão verdadeiro e Cristo! O verdadeiro cristão não encontra dificuldade em conversar com seu Salvador. Todos os dias ele tem algo para contar a Ele, e não fica feliz enquanto não conta. Conversa com Ele em oração toda manhã e toda noite. Conta para Ele suas vontades e desejos, seus sentimentos e seus medos. Ele lhe pede conselhos nas dificuldades. Ele lhe pede conforto nas adversidades. Ele não consegue evitar. Ele deve conversar com seu Salvador continuamente, ou ele se enfraqueceria pelo caminho. E por que isso? Simplesmente porque ele O ama.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Oração de Davi Salmos 86:1



Tenho feito essa oração conforme os dias, ela me fortalece e me mantem seguro à Deus!!!!

Oração de Davi
  1. Inclina, SENHOR, os ouvidos e responde-me, pois estou aflito e necessitado.
  2. Preserva a minha alma, pois eu sou piedoso; tu, ó Deus meu, salva o teu servo que em ti confia.
  3. Compadece-te de mim, ó Senhor, pois a ti clamo de contínuo.
  4. Alegra a alma do teu servo, porque a ti, Senhor, elevo a minha alma.
  5. Pois tu, Senhor, és bom e compassivo; abundante em benignidade para com todos os que te invocam.
  6. Escuta, SENHOR, a minha oração e atende à voz das minhas súplicas.
  7. No dia da minha angústia, clamo a ti, porque me respondes.
  8. Não há entre os deuses semelhante a ti, Senhor; e nada existe que se compare às tuas obras.
  9. Todas as nações que fizeste virão, prostrar-se-ão diante de ti, Senhor, e glorificarão o teu nome.
  10. Pois tu és grande e operas maravilhas; só tu és Deus!
  11. Ensina-me, SENHOR, o teu , e andarei na tua verdade; dispõe-me o coração para só temer o teu nome.
  12. Dar-te-ei graças, Senhor, Deus meu, de todo o coração, e glorificarei para sempre o teu nome.
  13. Pois grande é a tua misericórdia para comigo, e me livraste a alma do mais profundo poder da morte.
  14. Ó Deus, os soberbos se têm levantado contra mim, e um bando de violentos atenta contra a minha vida; eles não te consideram.
  15. Mas tu, Senhor, és Deus compassivo e cheio de graça, paciente e grande em misericórdia e em verdade.
  16. Volta-te para mim e compadece-te de mim; concede a tua força ao teu servo e salva o filho da tua serva.
  17. Mostra-me um sinal do teu favor, para que o vejam e se envergonhem os que me aborrecem; pois tu, SENHOR, me ajudas e me consolas.



terça-feira, 8 de novembro de 2011

U2 - I'll Go Crazy If I Don't Go Crazy Tonight


Tradução dessa música muito bacana do U2

Eu Vou Ficar Louco Se Eu Não Enlouquecer Esta Noite

Ela é um arco-íris e ela ama a vida pacífica
Eu Vou Ficar Louco Se Eu Não Enlouquecer Esta Noite
Há uma parte de mim em meio ao caos que está quieta
E há uma parte do que você quer que eu motim

Todo mundo precisa chorar ou precisa cuspir
Cada dente de leite precisa apenas de uma pequena batida
Toda bela precisa sair com um idiota
Como você pode estar ao lado da verdade e não a vê?

A mudança do coração vem lenta

Não é uma colina, é uma montanha
Quando você parte para a escalada
Você acredita em mim ou está duvidando?
Faremos isso por todo o caminho para a luz
Mas eu sei que eu vou ficar louco se eu não enlouquecer esta noite

Toda geração tem uma chance de mudar o mundo
Pena da nação que não ouve seus garotos e garotas
Porque a mais doce melodia é aquela que ainda não ouvimos
É verdade que o amor perfeito joga pra fora todo o medo?
O direito de parecer ridículo é algo que é a minha cara
Ah, mas uma mudança do coração vem lenta

Não é uma colina é uma montanha
Quando você parte para a escalada
Você acredita em mim ou está duvidando?
Faremos isso por todo o caminho para a luz
Mas você sabe que eu vou ficar louco se eu não enlouquecer esta noite

Baby, baby, baby, eu sei que não estou sozinho
Baby, baby, baby, eu sei que não estou sozinho

Não é uma colina, é uma montanha
À medida que começamos a subir
Me ouça, eu estarei gritando
Gritando até que a escuridão solte faíscas de luz

Você sabe que vamos enlouquecer
Você sabe que vamos enlouquecer
Mas eu sei que nós vamos ficar loucos se nós não enlouquecermos esta noite

oh oh
Devagar agora
oh oh

 Assista o vídeo muito pira

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domingo, 6 de novembro de 2011

"Senhor, Ensina-nos a Orar"


    "Senhor, Ensina-nos a Orar"

"De uma feita, estava Jesus orando em certo lugar; quando terminou, um dos seus discípulos pediu; Senhor, ensina-nos a orar como também João ensinou aos seus discípulos" (Lucas 11:1).
A oração é importante. Todos os que querem seguir o Senhor sabem que a oração é parte essencial da vida do discípulo. Entretanto, poucos oram e muitas vezes, quando oramos, parece que lutamos para nos expressarmos a Deus. Embora possa parecer que a oração deveria vir a nossa boca como uma expressão confortável de nossa fé e confiança em Deus, ela freqüentemente parece difícil, talvez ineficaz.
Os primeiros seguidores de Jesus observaram seus hábitos de oração. Eles o viram freqüentemente procurando um lugar deserto para falar com seu Pai. Numa ocasião dessas, eles pediram sua ajuda. Também desejamos comunicar- nos com Deus como seu filho estava fazendo. "Senhor, ensina-nos a orar" (Lucas 11:1).
Jesus fez como eles pediram. Ele os ensinou como orar, tanto por suas palavras como por seu exemplo. Ele orava freqüentemente, fervorosamente e com grande fé naquele que estava ouvindo aquelas orações. Através do exemplo de sua vida, ele está ainda nos ensinando a orar.

Palavras de oração

A resposta imediata de Jesus ao pedido dos apóstolos é encontrada em Lucas 11:2-4
Então, ele os ensinou: Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; o pão nosso cotidiano dá-nos de dia em dia; perdoa-nos os nossos pecados, pois também perdoamos a todo o que nos deve. E não nos deixes cair em tentação.
Nem esta oração, nem a semelhante encontrada em Mateus 6:9-13, são destinadas a repetição palavra por palavra. Jesus não estava ensinando palavras para serem memorizadas e recitadas; ele estava ensinando a orar. Ele deu um exemplo que mostra que tipo de coisas devemos incluir em nossas orações. Devemos:
1. Reverenciar e glorificar a Deus: "Pai, santificado seja o teu nome". Grandes orações de grandes homens e mulheres são sempre proferidas com grande respeito a Deus. Quando Moisés, Ana, Davi, Daniel, Neemias e outras importantes personagens da era do Velho Testamento oraram, começaram com declarações de genuína reverência a Deus, como criador e comandante do universo.
2. Buscar a vontade de Deus: "Venha o teu reino". A oração não é um instrumento para manipular Deus para que faça nossa vontade. Aqui, Jesus orou pelo reino de Deus, sabendo que esse reino só poderia vir com todo o seu poder através da avenida de sua própria morte. Aqui, como na oração agonizante no Getsêmani, Jesus colocou a vontade do Pai acima de seus próprios interesses: "Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres" (Mateus 26:39). Quando vemos a oração como nada mais do que uma oportunidade de fazer pedidos a Deus, colocamos a vontade do servo indevidamente acima da vontade do Senhor. Deveremos sempre procurar fazer a vontade de Deus.
3. Reconhecer nossa dependência de Deus para as necessidades físicas: "O pão nosso cotidiano dá-nos de dia em dia". Esta não é uma exigência de abundância e riqueza. Jesus nem praticou, nem ensinou a noção materialista de que o discípulo pode "dizer e exigir" o que quer na oração. Diferentemente das orações de certas pessoas hoje em dia, que se aproximam de Deus como pirralhos mal criados exigindo tudo o que querem, Jesus mostrou aqui uma dependência de Deus para as necessidades básicas da existência diária. Precisamos de Deus todos os dias.
4. Reconhecer nossa depen-dência de Deus para as bênçãos espirituais: "Perdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos a todo o que nos deve. E não nos deixeis cair em tentação". Encontramos algumas lições valiosas no versículo 4. Primeiro, precisamos do perdão. As palavras de João 8:7 e Romanos 3:23 nos recordam nossa culpa. Pecamos. Necessitamos do perdão. Só Deus tem o direito e o poder para perdoar (Marcos 2:7). Segundo, precisamos perdoar. Nossa comunhão com Deus é condicionada a várias coisas, incluindo-se como tratamos as outras pessoas. Quem se recusa a perdoar outro ser humano simplesmente não será perdoado por Deus (Mateus 6:14-15; 18:15-35). Terceiro, precisamos do auxílio de Deus para que não pequemos. Deus não é apenas um guarda-livros registrando os pecados cometidos e apagando-os depois. Ele tem poder para nos auxiliar a derrotar o inimigo. Paulo garantiu que há um jeito de escapar de cada tentação (1 Coríntios 10:13). Jesus "é poderoso para socorrer os que são tentados" (Hebreus 2:18). Ele nos deixou um exemplo perfeito de obediência para encorajar nossa fidelidade (1 Pedro 2:21-24). Na hora de sua mais difícil tentação, Jesus voltou-se para seu Pai em oração fervorosa. Depois daquelas orações ele saiu do Getsêmani preparado para suportar o poder das trevas, e sofreu o ridículo e a morte para cumprir a vontade de seu Pai. Jesus encontrou o auxílio necessário quando apelou para seu Pai, em oração.

Exemplos de oração

Pouco é registrado das palavras específicas com que Jesus orou. Podemos aprender muito simplesmente observando quando, onde e por quê Jesus orou.
1. Quando Jesus orou? Ele orou em horas de grandes provações, tais como o exemplo já citado de suas orações no Getsêmani, poucas horas antes de sua morte. Ele orou momentos antes de grandes decisões. Lucas 6:12-16 conta o dia em que Jesus escolheu os doze homens aos quais seria dada a responsabilidade de levar o evangelho ao mundo. Note o que ele fez antes de selecioná-los; "Retirou-se para o monte, a fim de orar, e passou a noite orando a Deus" (Lucas 6:12). Ele orou antes de grandes obras. Quando Jesus se preparou para ressuscitar Lázaro dentre os mortos, ele primeiro se dirigiu ao seu Pai, em oração (João 11:41-43). Ele orou quando sua obra terminou (João 17:4).
2. Onde Jesus orou? Embora as orações de Jesus nunca fossem limitadas pelo tempo ou pelo espaço, é claro que ele freqüentemente procurou um lugar e uma hora livre e sem interrupções para falar com seu Pai em oração. Ele freqüentemente subiu a montes, ou saiu para um jardim, e tipicamente escolheu a noite ou o amanhecer, quando haveria menos distração com o mundo apressado. Tais hábitos eram tão típicos da vida de Cristo que Judas sabia exatamente onde encontrá-lo embora só estivesse estado em Jerusalém poucos dias (João 18:1-3).
3. Por que Jesus orou? As circunstâncias das orações de Jesus sugerem motivos imediatos para oração: tentações, provações, tristeza, momentos decisivos, etc. Mas estes são realmente apenas o reflexo de uma razão maior pela qual Jesus orou. Jesus valorizava sua comunhão com o Pai. Como alguém que entendia melhor do que qualquer outro homem jamais entendeu o privilégio de andar com Deus, Jesus queria manter essa íntima relação com seu Pai. Tendo a escolha entre multidões de homens e seu Pai, Jesus freqüentemente escolheu a companhia de Deus. Quando tinha que escolher entre o sono e a oração, Jesus encontrava o profundo rejuvenescimento de que necessitava, não no descanso físico, mas na conversa espiritual com seu Pai.. Estas orações de Jesus nos ensinam algumas lições muito valiosas sobre o privilégio de sermos chamados filhos de Deus.

O que os discípulos aprenderam?

Os apóstolos pediram instruções sobre como orar. Jesus deu-lhes mais do que palavras, quando mostrou um exemplo consistente de fé em suas orações. Teriam eles aprendido? Dois breves episódios na parte inicial do livro de Atos mostram que eles aprenderam a importância da oração.
Depois que Pedro e João foram perseguidos e passaram algum tempo na prisão por causa de sua pregação, eles encontraram outros cristãos e oraram juntos com confiança, pedindo coragem para continuar sua obra (Atos 4:23-31). Sua citação da poderosa mensagem do Salmo 2 mostra que eles entenderam que o poder da oração é encontrado no poder daquele que ouve essas orações: o Deus que se assenta nos céus.
Quando confrontados com as necessidades físicas das viúvas na igreja de Jerusalém, os apóstolos reconheceram a importância desse serviço e guiaram a igreja na seleção de homens adequados para cuidar do assunto. Mas note, no texto, a razão pela qual os próprios apóstolos não desviaram sua atenção: "E, quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra" (Atos 6:4). O cuidado das viúvas não era para ser negligenciado, mas os apóstolos cuidadosamente reservaram tempo em suas vidas para a oração. Eles tinham aprendido bem a importante lição do exemplo de Jesus e de seus hábitos de oração.